Quando pensamos em como cegos e pessoas com baixa visão fazem registro escrito, lembramos logo do sistema braile, desenvolvido por Louis Braille. Para fazer contas, usa-se tanto este sistema de escrita quanto o cubaritmo, uma caixa com uma grade onde são dispostos pequenos cubos (daí o nome), armando-se a conta da maneira como os videntes as efetuam com lápis e papel.
Uma das principais desvantagens do cubaritmo são justamente os cubos, pequenas peças plásticas que se perdem facilmente (para não falar na eventual queda da caixa e conseqüente dispersão das pecinhas).
O soroban, por ter suas peças presas a uma haste (), não oferece tal inconveniente. Por ser o soroban um meio em que os valores podem ser modificados tão facilmente quanto são registrados, ganha-se tempo nas operações, evitando-se ter de armar a conta antes de realizá-la.
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